O Vereador, Cacá Gadelha (PMDB), realizou encontro com amigos num restaurante na noite desta sexta-feira (23) na Cidade de Sousa para anunciar de público, que sua família, leia-se: Cozinho, Thalles Gadelha não estava mais acompanhando o Primo, André Gadelha (PMDB), candidato a Deputado Estadual, e sim, Mikika Leitão, irmão do ex-deputado, hoje, Chefe da Casa Civil do Governo Maranhão, Inaldo Leitão.
A notícia repercute bastante nos meios políticos, por que, André andou comentando que Cacá Gadelha foi eleito Vereador, graça o seu apoio, como vice-prefeito na época, e também como candidato, e agora, recebe a informação que não tem mais a solidariedade do membro da família.
Fontes ligadas a Cacá Gadelha disseram ao Colunista, que o mesmo tinha suas razões bem particulares para deixar Andrezão, e votar em Mikika para Estadual: uma briga familiar que envolver o irmão, Thalles Gadelha com o primo, André, cuja discussão rende processo na justiça comum e eleitoral na Cidade de Sousa.
É bom também dizer que Cacá ocupa um cargo importante no governo do Estado, que é a chefia do Regional da Cagepa em Sousa, indicação do Deputado Federal, Marcondes Gadelha, cujo filho, Leonardo, candidato a Deputado Federal, faz dobradinha com André Gadelha para Estadual em alguns Municípios do Sertão da Paraíba, incluindo, Sousa.
Especula-se nos bastidores da Política local, que Cacá deverá receber o troco pela sua posição tomada, e certamente, poderá ser o seu afastamento da Gerência do Regional da Cagepa nos próximos dias, apesar de ser coordenador da campanha de Leonardo Gadelha (PSC) a Deputado Federal.
Um assessor bem próximo a Cacá Gadelha andou comentando durante o evento na Churrascaria, que o vereador não esquentará com qualquer represália que por ventura, lhe vier, por que ele já tem o plano B há muito tempo.
Com essa salada toda, onde, membros de família tradicional de Sousa, nesta eleição Majoritária e Proporcional, votam num candidato da oposição para estadual, mas por outro, votam no candidato a federal da situação, tem deixando muitos eleitores confusos sem saberem mais nada do que está acontecendo, a não ser, uma conclusão fria e sóbria: “do lado de quem ganhar, ficaremos bem”. E o povo, de que lado está mesmo? As urnas dirão.
Pereira Jr.